quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Dia vinte e oito – Museu de História Natural - III! Day twenty eight – Natural History Museum - III!

O Prometido é devido: Darwin Center é onde se encontram várias espécies religiosamente conservadas em frascos. Também existem algumas explicações sobre quem foi Darwin, o que defendia e todo o seu trabalho de investigação que o levou a provar a sua teoria da seleção natural – a sobrevivência do mais apto. Era Inglês, considerado o Pai da “Teoria da Evolução das Espécies”. Mas biografias à parte, deixo-vos o meu registo fotográfico do Darwin Center para conclusão da galeria laranja.
Da laranja apanho o primeiro voo para a galeria verde onde vou encontrar uma infinidade de novas experiências. Optei por começar pelas aves. Num outro post tirei uma foto ao Rei da Selva, para regalo dos Sportinguistas. Desta vez tirei uma foto à Águia para mostrar o meu fair-play aos Benfiquistas. Quero toda a gente satisfeita. 😉
Passei pelo Dodo, pinguins, mochos, galos, pássaros prontos para assar e uma bela cauda de um pavão. E tantos mais que não consigo colocar aqui.
Atrevo-me a entrar na sala das Creepy Crawlies (bichos rastejantes). Desde que vi o filme Aracnofobia, que o medo de aranhas triplicou. Quando vejo este nome no mapa, pensei em passar a vez a outros e adiei ao máximo a entrada. No entanto, depois de ultrapassado o receio de transpor a porta, tudo mudou. Esperava algo muito composto, com aranhas gigantes a rondar o seu ninho, coberto de moscas apanhadas na teia, mas...confesso que até fiquei desiludida. Havia muitas fotos mas nada de aranhas ameaçadoras, terríveis e medonhas 😳. Destaquei o escorpião que é o meu signo e uma ou outra curiosidade.

Na mesma galeria temos a gigante sala das pedras, rochas e minerais. Nunca na minha vida imaginei que houvesse tantos tipos de “pedras”. A maneira como a sala está disposta e a luz natural que entra pelas colossais janelas, dá-lhes as suas verdadeiras cores. Gostaria de ter conseguido tirar as fotos com uma verdadeira máquina, para vos conseguir transmitir por imagens em vez de palavras. A galeria segue já de seguida. Tive muita pena de não ter feito vídeo, mas nesta altura já tinha esgotado a memória do telemóvel e a máquina estava quase 0%.

Ainda falta mais uma secção na galeria verde, conseguem adivinhar qual é? 😶 Amanhã dou a resposta e apresento-vos a última galeria visitada que foi a vermelha. 
Avizinha-se muita criatividade e se calhar até entrei no centro da Terra!!! 😮

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Dia vinte e oito – Museu de História Natural - II! Day twenty eight – Natural History Museum - II!

Continuando no Museu Parte II, descansem que não vão ter que gramar tantas partes como o Rocky Balboa 😏, seguem-se os Dinossauros. Sem dúvida a secção mais procurada pela cachopada, acompanhados por adultos que tentam disfarçar o seu entusiasmo ao se depararem com o T-Rex. 
As paredes estão repletas de imagens, o teto apinhado com várias espécies penduradas, assim como alguns esqueletos. E há espaços mais privados para as espécies mais conhecidas como é o caso do T-Rex que tem uma sala só para a sua demonstração, pois o dinossauro mexe-se e até ruge para encanto dos visitantes, mais dos adultos pois muitas crianças choram desalmadamente. O meu conhecimento sobre esta secção resume-se ao já anteriormente anunciado: T-Rex. Todos os nomes me parecem iguais: Adamantisaurus, Adassauros, Aegyptosaurus, Aeolosaurus, enfim... T-Rex é mesmo o mais fácil e parece que é o maior (dizem os entendidos). Segue a galeria e o vídeo mais abaixo.
Há também ninhos, carcaças, outras espécies, fósseis e toda uma estrutura montada que nos leva para aquela época de uma forma muito envolvente. O facto da sala ser iluminada por pequenas luzes que saem das paredes ou que estão dentro do próprio esqueleto, transporta-nos para outra dimensão. Não foi a minha secção preferida, mas gostei muito, como todas as outras. 😍
 

Acelerei o passo para a secção dos peixes, anfíbios e répteis. Animais estranhos e daqueles que nos metem “impressão”, mas como estavam por trás da vitrina, até me consegui aproximar de uma cobra enorme, tirar uma selfie com um jacaré ou crocodilo (já não me lembro da legenda) e fotografar um tubarão. Lagartos não faltaram à chamada, sapos e mais cobras. Ainda passei pelos escorpiões e pelas estrelas do mar. Se esta bicharada toda ganha vida...😱😵

Concluída a galeria azul, avanço para a laranja onde se encontrava uma espécie de ovo gigante a que dão o nome de Cocoon, para lá entrar temos que subir no elevador até ao 8.º andar. Apenas 2 andares estão disponíveis para visita livre, os outros seis são usados para investigação e proteção de insectos e plantas. Assim que se sai do elevador temos esta mensagem no vidro (à direita).
Do 8.º andar para baixo, andamos em círculo a contornar o exterior do ovo. Depois de tanta bicharada e bonecada, quando se chega a esta secção, parece que não tem piada nenhuma, mas é só um dos principais centros de investigação do Mundo. Nas paredes estão estudos e trabalhos de investigação. Deixo um vídeo para terem a noção do espaço.

E também algumas fotos:
Apesar de saber que é um local muito importante, não tinha reservado tempo para ler os estudos expostos. A visita foi rápida e segui para o Darwin Center, muito mais interessante à vista, mas…só amanhã vão conhecê-lo.