quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dia setenta e seis e setenta e sete - Ilha Taggs! Day seventy six and seventy seven - Taggs Island!

Após alguns minutos a caminhar, depois de sair do palácio chego ao local que me despertou a atenção: uma sinalização a apontar para uma pequena ponte, com o nome Taggs Island. No autocarro apenas deu para ver algumas casas-barco atracadas do outro lado da ponte. No regresso a pé é que compreendi o que era e quando cheguei a casa e pesquisei, descobri uma pequena ilha muito interessante. É literalmente uma ilha em que as pessoas vivem em casas-barco. Ter ali uma casa custa um balúrdio, mas é garantia de sossego absoluto. A entrada de carros é limitada. 
http://www.taggs-island.com/residents.html
Depois de satisfeita a curiosidade e ainda com alguns quilómetros até a casa, apanho o R68 e 30 minutos depois estou a sair quase à porta de casa. Um domingo sem chuva, com algumas nuvens de manhã e com sol de tarde. Nesta altura do ano, posso dizer que tenho tido sorte com o tempo, apesar das noites serem já muito frias, apontado para os 4 graus. 
A semana que se aproxima já há escola: FINALMENTE!!!!! O sossego regressa a casa! 😁

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Dia setenta e seis e setenta e sete - Jardins do Palácio! Day seventy six and seventy seven - Palace Garden!

Finalmente ar fresco depois da passeata pelo ambiente pesado das salas escuras dos aposentos reais. A saída do palácio mostra uma fonte onde, concerteza, muitos casamentos foram arranjados e grandes passeios devem ter dado por ali. Depois da fonte com repuxo existe um lago com imensos patos, corvos, e outras aves que não consegui identificar. Era ali que o rei organizava as suas caçadas.
Ao contornar o palácio, vamos para outra parte do jardim, a lateral direita que nos mostra uma fachada divinal. Os repuxos de água estão por todo o lado. Tentei umas fotos temporizadas...😁😂


Há muitos pormenores bonitos neste espaço, nomeadamente uma estrutura em ferro que serve de passagem para outra parte do palácio. No verão deve estar repleta de flores com muitos recantos para explorar.
O final da passagem vai dar, segundo eles, à maior videira do mundo. Está dentro de uma estufa e realmente espalha-se por todo o espaço. Não sei se será a maior do mundo, mas que é grande, lá isso é! Já na altura o vinho era muito apreciado e ter a própria vinha em casa seria um privilégio para poucos, apenas para Reis, talvez! Hoje em dias o vinho também é muito apreciado e eu não sou excepção, quem me conhece sabe que gosto de um bom tinto! 😉 

A videira é a última parte do palácio a visitar, dali saio para a rua e retomo o caminho de casa não de autocarro, mas a pé. Na vinda para o palácio vi uma coisa interessante, que quero investigar!! 😏

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Dia setenta e seis e setenta e sete - Palácio de Hampton_II! Day seventy six and seventy seven - Hampton Palace_II!

Volto ao átrio - oriento-me no mapa - os aposentos mais próximos são os de Henry VIII. A entrada é pela sala de refeições, onde o tecto é a personagem principal. As mesas têm desenhadas e explicadas algumas das principais refeições do Rei.

Salas dignas de Reis e Rainhas, com paredes cobertas com o mesmo tecido dos cortinados (continua a confundir-me). Passo por uns quadros de pessoas ilustres na altura… muito jeitosos!! 😵
As salas de estar sempre alusivas a caça, onde se vê em muitas paredes os cornos de animais, ostentando a riqueza de outrora e realmente não consigo perceber o porquê de tanta sala, salinha e salão. É mesmo à patrão...

Todas as janelas exteriores dão para um pequeno jardim com uma fonte central, onde os Príncipes se passeavam e faziam a corte às Princesas.
Terminados estes aposentos, a indicação é para seguir para a outra ala do Palácio, onde se encontram os aposentos de outro Rei, um tal de William III. As escadas de acesso não deixam ninguém indiferente pala pintura na parede. Uma coisa em grande, literalmente em grande, uma vez que as paredes e o tecto são uma única pintura. Um pequeno tesouro! Estes aposentos são em tudo semelhantes ao outros. Mas adorei a sala das armas e as lareiras presentes em quase todas as salas.
A sanita era o máximo 😀, assim como outros pormenores que fui encontrando. 


Já a precisar de ar fresco, os jardins serão a melhor opção?