segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Dia cento e sessenta e sete e cento e sessenta e oito - Arte de Rua em Brick Lane! Day one hundred sixty seven and one hundred sixty eight - StreetArt in Brick Lane!

Já andava a pensar explorar esta zona desde inícios de dezembro, mas foi um mês que passou muito rápido, choveu aos domingos e fui de férias, portanto, ficou adiada a ida a Brick Lane. Mas, este domingo dia 28 de janeiro, não choveu e deu para ir ver Arte nas ruas de Brick Lane. Pensava eu que a zona não era muito movimentada… pois enganei-me bem! Mas que ambiente fabuloso, parecido com Camden, mas mais virado para as artes, nomeadamente grafittis, que foi o que me levou ate lá.
No sábado preparei o roteiro, baseado num site sobre Brick Lane e vou deixar aqui todo o percurso, para o caso de alguém querer ir ate lá. Digo-vos que é fantástico e que, se seguirem todas as ruas, passam por todos os becos, cantos e recantos, mercados e os melhores grafittis. Creio que ainda há mais para explorar, mas este percurso durou 4 horas, incluindo uma ida ao Brick Lane FoodHall para almoçar e muitas paragens para fotos. Não contei os quilómetros mas foram alguns!
Rota: Estação Aldgate East (esquerda) - Whitechapel Road - Osborne Road -  White Church Lane - Heneage Street (pub Pride of Spitalfields) – voltar à Brick Lane - Princelet Street - Hanbury Street - Continue na Brick Lane ate Truman Brewery - Pedley Street - Grimsby Street - Cheshire Street - Sclater Street – Cygnet Street – Bacon Street - Bethnal Green Road - Redchurch Street - Sclater Street - Chance Street. 
Há grafittis e arte espalhada por todo o lado e para todos os gostos, daqueles que nos deixam boquiabertos, dos outros menos definidos, aos que parecem apenas esboços e aqueles que são mesmo vandalismo.
Desculpem o excesso de fotos, mas não consegui selecionar os melhores... mas... ainda há mais!!! 😉

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Dia cento e sessenta e dois até cento e sessenta e seis - Parque de Richmond! Day one hundred sixty two until one hundred sixty six - Richmond Park!

As semanas agora, como é óbvio, começam a ser rotineiras.
Escola delas.
Escola minha.
Buscar à escola.
Preparar jantar.
1 ou 2 birras.
After School Club à segunda.
Brownies à terça.
Movie night à sexta.
...




Mas esta semana destacaram-se 2 coisas, derivadas da melhoria do estado de saúde da mãe: começou a cozinhar novamente, o que para mim foi/é/vai ser fabuloso. Começou por fazer um prato indiano com arroz, dahl (tipo lentilhas) com folhas de caril  (não consigo comer pela intensidade do sabor), batatas com feijão verde, pepino, naan bread e ao centro do prato o iogurte. Tudo fabuloso excepto as lentilhas com as folhas de caril, demasiado indiano para o meu palato.😀



Outra coisa boa foi que já se sente com energia para sair e depois de ir comigo buscar a mais nova à escola (ainda não conduz e para meu regalo sou eu que conduzo o X3), indicou-me um caminho diferente no regresso a casa. 
Estava um sol maravilhoso e ela queria ver o pôr-do-sol no Richmond Park (um local ainda por explorar, aguardando a primavera!).
Chegadas ao Parque com 955 hectares (é o maior dos Parques Reais de Londres e a maior área verde urbana do Reino Unido), a 5 minutos da nossa casa, estacionei e fui explorar um bocadinho com a pequenina. 
Que sítio incrível. 
Depois de atravessarmos o pequeno bar, deparamos com uma paisagem para a cidade de Londres. Conseguimos ver a Catedral de S. Paulo, o edifício Gherki, já aqui falado e muitos outros edifícios da cidade, tudo isto porque estava um dia limpo e com bastante sol.
Será concerteza um local para passar um domingo destes que se avizinha bom tempo.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Dia cento e sessenta e cento e sessenta e um - Museu da Infância! Day one hundred sixty and one hundred sixty one - Museum of ChildHood!

Ai que bem me sabe a sestinha do sábado à tarde 😊. Com aquele tempinho que vocês sabem? Aquele tempinho de chuviscos, vento lá fora, quentinho cá dentro, caminha a chamar, almofadas a gritar por mim e não resisti… atirei-me a elas e foi até às tantas!! 😴😵
O domingo acordou igual, mas depois da sesta de sábado e de acordar tarde no domingo, sentia o corpo dorido e com vontade de dar uma caminhada.
Tenho uma lista das coisas que ainda quero fazer e essa lista está dividida em vários sectores, como neste domingo não se podia andar na rua (chuva), direcionei a atenção para os Museus. Entre muitos ainda para ver, chamou-me a atenção o Museu da Infância (Museum of ChildHood).
Depois de um valente pequeno almoço tardio, pego no livre trânsito do Boss e rumo à Capital.
O Museu é na zona Nordeste da cidade um pouco afastada do centro onde chega o comboio, demorei mais de uma hora para lá chegar, saí do metro sob chuva cerrada mas o museu era apenas 100 metros à frente, foi correr e abrigar-me no hall.
Está visto que, com a chuva os museus estão a abarrotar, este não foi exceção, mas este público era diferente… 😀 "cachopada às pázadas"!
A organização do museu está fabulosa, os brinquedos antigos, os mais modernos, os puzzles, os cavalinhos, as pistas de automóveis antigas e tem também uma secção sensorial e auditiva, muito interessante para testar as crianças, não esquecendo o Batman e as fadas!

Têm também o duelo entre a Barbie e a Sindy, alguém se lembra? 😀
Star Wars está deveras representada com imensas aparições. Os ursinhos de peluche que toda a gente teve e o guardou até o pêlo deixar de ser fôfo, ficar todo engelhado sem o nariz e quase sem orelhas.
Um teatro caseiro, só encontrado em casas de gente de bem. A reprodução de uma cidade, fantoches e carros de madeira.
Depois de desbravar e voltar atrás no tempo com os brinquedos no R/C, tento o elevador para subir ao 1.º andar, mas o elevador andava demasiado ocupado a levar carrinhos para baixo, carrinhos para cima e eu como dava sempre prioridade às crianças nunca mais dali saía, resolvi subir as escadas. 
Ao subir as escadas, uma criança sentada, com o pai alguns degraus acima, puxa-me a saia, como que para me baixar (porque a janela estava ao nível dos degraus) e diz-me "it's snowing outside!" E não é que estava mesmo! Mais um dia de neve 😊 não tanta como da outra vez, mas deu para colar a criançada aos vidros e eu, claro!


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Dia cento e cinquenta e cinco até cento e cinquenta e nove - WeekDays! Day one hundred fifty five until one hundred fifty nine - Weekdays!

Choveu muito esta semana e a previsão é de continuação. 😑
Aquelas semanas deprimentes sabem? Aquelas semanas que também temos em Portugal e que não nos apetece naaaada levantar da cama? 
Foi assim esta semana de 15 a 19 de janeiro! 
Dizem que o janeiro é um dos piores meses ao nível meteorológico, mas não tem sido só chuva, temos tido muitos dias de solinho. 😊
Certo é que, o tempo já não é o que era e até já nevou no Sahara!!!!😲

Foi também tempo de visita de uma amiga da família que trouxe o jantar, não me perguntem o que foi... só sei que tinha pimentos (muitos), batatas, cebola, especiarias e outras coisas que não consegui identificar... Tinha também arroz (óbvio), uma sopa de iogurte (nem perguntem) e pão indiano (Naan Bread).

Mas o que me soube meeesmo bem foi a pizza e o pão d´alho que comi no outro dia ao almoço. Maravilha! 😁 Aquele chouricinho soube a "casa"! 😄

sábado, 20 de janeiro de 2018

Dia cento e cinquenta e três e cento e cinquenta e quatro - Cirque du Soleil! Day one hundred fifty three and one hundred fifty four - Cirque du Soleil!

Depois do Museu da Ciência, foi tempo de piknikar nos Kensington Gardens e aguardar pela hora do “Circo”. As portas abriram às 14.15 e o show começou às 15.00 em ponto. Há muito tempo que queria ver este espetáculo, não que seja fã de circo, mas pelo que li sobre o assunto.
Antes de falar do circo deixem-me falar da sala Royal Albert Hall. Pensar que por ali já passaram GRANDES nomes da música internacional e grandes Galas Reais, assim como outros tão importantes shows, fez-me sentir pequenina. A sala é linda, tão linda que até tenho vergonha de mostrar as minhas fotos, que lhe tiram toda a beleza.


A coreógrafa é brasileira e a primeira mulher à frente do Cirque du Soleil. O espetáculo é simplesmente AMAZING!!! Toda a estrutura montada, adereços, diferentes interpretações e não aos animais reais, fazem deste show uma coisa incrível. Não deu para tirar fotos durante o espetáculo porque estava sempre tanta coisa a acontecer, impossível tirar os olhos do palco. O que surpreende mesmo é a criatividade dos adereços, simplesmente fabulosos!
Partilho a informação oficial que se encontra no website do cirque com a descrição... não conseguia fazer melhor, daí a partilha: 
https://www.cirquedusoleil.com/pt/press/kits/shows/ovo/creators.aspx

"OVO é um movimento impetuoso num ecossistema colorido que prolifera vida, em que os insetos trabalham, comem, rastejam-se, agitam-se, brincam, brigam e procuram o amor num alvoroço ininterrupto de energia e movimento. O lar dos insetos é um mundo de beleza e biodiversidade, repleto de ações barulhentas e momentos de emoção silenciosa. Quando um ovo misterioso aparece no meio dos insetos, eles ficam amedrontados e muito curiosos quanto a este objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. Um inseto desajeitado e estranho chega à sua comunidade alvoroçada e uma fabulosa joaninha atrai o seu olhar. Pronto! É amor à primeira vista: e o sentimento é mútuo. OVO é repleto de contrastes. O mundo oculto e secreto sob os nossos pés é revelado como sendo um mundo delicado e tórrido, barulhento e silencioso, tranquilo e caótico. E, quando nasce o sol de um novo dia, o ciclo vibrante da vida dos insetos começa mais uma vez."